Paris ne s’est pas fait en un jour.

– “Paris não se fez em um dia”, ditado francês.

Bonjour à tous ! Comment allez-vous ?

Meu nome é Guilherme Norberto, sou professor de francês, certificado pelo Ministério da Educação da França com o diploma avançado do idioma francês (DALF C1), leciono o idioma desde 2014, membro da Associação dos Professores de Francês do Estado de São Paulo (APFESP) e pós-graduado em comunicação.

Iniciei os estudos do idioma francês em um curso livre da Faculdade de Letras da USP (FFLCH/USP). Nessa mesma instituição fiz cursos de aperfeiçoamento sobre temas diversos (literatura francófona, preparação para as provas do DELF/DALF) e também participei de palestras e jornadas de formação sobre a língua francesa e o ensino de idiomas. Além disso, entre 2015 e 2016, estive na França por 6 meses para aperfeiçoar meus conhecimentos linguísticos e culturais.

Abaixo relato com mais detalhes minha trajetória.

Boa leitura =)

Minha história com o idioma francês

Sempre fui apaixonado por idiomas, viagens e comunicação.

Em 2010, passei quase 1 mês na casa de uma prima que mora na Inglaterra. Por influência do seu marido e do meu pai, resolvi aproveitar que estava próximo da França e comprei um bilhete de trem partindo de Londres no dia 26/8 e voltando de Paris no dia 29/8.

Essa seria a primeira vez que estaria realmente sozinho em outro país.

Como não tinha muita experiência em viagens, pensei que 3 dias na capital francesa era um tempo razoável… Mas, assim que cheguei ao “Hexágono”, foi paixão a primeira vista e aí percebi o quanto tinha sido ingênuo.

Quis trocar a data de volta do trajeto de trem, porém, por ser uma mudança de última hora, isso sairia caro.

Antes de começar essa viagem, pesquisei alguns termos básicos em francês. Tudo que sabia dizer nesse idioma era: “muito obrigado” (merci beaucoup), “por favor” (s’il vous plaît), “água” (l’eau) e “você fala inglês?” (vous parlez anglais ?).

Para minha surpresa, mesmo os franceses que não falavam inglês, tentavam me ajudar de alguma maneira. Por exemplo, com um deles aprendi a dizer “à gauche” (esquerda), “à droite” (direita) e “tout droit” (em frente). Já com os outros, eu ficava completamente perdido. Tentava identificar as palavras associando os sons com leitura labial, mas não conseguia compreendê-los.

Um fato que me ajudou bastante foi que, no hostel que fiquei, conheci uma garota que falava francês e inglês. Fizemos alguns passeios juntos e ela foi minha guia.

Depois de ter passado três excelentes e inesquecíveis dias descobrindo as ruas, monumentos, museus e parques parisienses, estava deixando Paris na Gare du Nord e prometi a mim mesmo que um dia eu voltaria à França falando francês.

Em janeiro de 2013, comecei a estudar o idioma francês: fiz minha primeira aula em um curso livre que era oferecido pela Faculdade de Letras da USP.

Desde o primeiro dia de aula mantive contato diariamente com o idioma, principalmente, pela internet:

  • Praticava a compreensão e produção escrita fazendo todas as minhas buscas na versão francesa do Google. Caso não conhecesse ainda as palavras em francês, acessava os artigos da Wikipedia em outro idioma (português, inglês ou espanhol) e depois selecionava o idioma francês, ou então consultava os termos em um dicionário.
  • Para a expressão e compreensão oral, cantava para mim mesmo músicas dos cantores Jacques Brel e Edith Piaf tentando imitar a pronúncia de cada palavra. Além das músicas, também ouvia a rádio France Info.
  • Além disso, também estudava a conjugação de verbos com aplicativos para celular e tentava utilizar o idioma em diálogos com alguns amigos francófonos que conheci em outras viagens.

Como comecei a dar aulas de francês?

Sempre desejei ser professor, talvez, em parte por influência e exemplo da minha mãe, psicopedagoga aposentada.

Em agosto de 2014, uma escola de idiomas em Alphaville (São Paulo) que estava procurando um professor de francês entrou em contato comigo através do Facebook. Enviei meu currículo para eles, fiz entrevista e logo assinamos um contrato: começaria de imediato ensinando alunos iniciantes. Desde o primeiro dia, adorei a experiência e nesse momento defini minha missão:

Ajudar o máximo de pessoas a descobrirem o idioma francês e o mundo francófono.

– Guilherme Norberto, Professor de Francês

 

Alguns meses depois, o semestre de aulas terminara e eu tinha adorado a experiência de poder compartilhar meu conhecimento sobre o idioma francês: senti que deveria continuar nesse caminho.

Mais de quatro anos depois de visitar a “Cidade Luz” pela primeira vez, decidi que era hora de voltar à França e colocar meus conhecimentos à prova. Então, em fevereiro de 2015, embarquei num voo com destino ao aeroporto Charles de Gaulle (Paris).

A viagem durou três meses e fui muito bem recebido pelos franceses: reencontrei amigos, conheci seus amigos e familiares e fiz novos amigos. Visitei quase trinta cidades sendo que apenas duas não eram francesas: Barcelona na Espanha e Cesana Torinese na Itália. Vi paisagens completamente diferentes entre si: da praia de L’Étretat (Normandia) no final do inverno às montanhas ainda nevadas de Briançon (Alpes) no começo da primavera.

Todas essas experiências me fizeram perceber o quanto dominar o idioma francês tinha me ajudado a aproveitar melhor cada momento da viagem: pude descobrir, absorver e compartilhar muito mais cultura, conhecimentos, informações, hábitos e histórias.

Voltei ao Brasil em maio de 2015 e continuei minha missão: fazer o máximo de pessoas descobrirem o idioma francês e o mundo francófono.

Em 2017, recebi o diploma avançado do idioma francês, o DALF C1, emitido pelo Ministério de Educação da França.

Quais serão os próximos passos?

Todo caminho começa com o primeiro passo.

– Lao Zi, filósofo chinês.

Estou, aliás, estarei sempre em formação porque o conhecimento é ilimitado. Assim, busco constantemente me aperfeiçoar fazendo cursos, participando de eventos, formações e palestras na Faculdade de Letras da USP e na APFESP, além de trocar informações com outros professores de francês e também viajar à França.

Prosseguirei nesse caminho me esforçando diariamente para cumprir minha missão com excelência e será sempre muito gratificante ajudar as pessoas a realizarem o mesmo sonho que tive um dia: falar o idioma francês.

Passo à passo, alcançamos nossos objetivos.

“Merci beaucoup” a todos os professores e pessoas que me ajudaram, ajudam e ajudarão de alguma forma!

Bonne journée et à bientôt.

Guilherme Norberto
Professor de Francês associado à APFESP
www.ProfessorDeFrances.com.br

Para aulas de francês personalizadas, entre em contato conosco.

Convido todos a conhecerem nossos perfis nas redes sociais:

Página Professor de Francês no Facebook

perfil instagram Professor de Francês

canal Youtube Professor de Francês